terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Pausa


Tô parando tudo: blog, a coluna do jornal e os trampos em geral. Meu foco esses dias é esse aí que vocês tão vendo: Ipanema. Minha praia amada. Meu Rio amado. Depois do carná, volto. Tenham um feriado bem gostoso, animado e só com acontecimentos bons.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A oposição e a estabilidade política

Por Fernando Rizzolo

Muito embora a janela do escritório fosse do tipo “antirruído”, naquela tarde de 1998 o carro de som e as palavras de ordem tiravam minha concentração ao elaborar uma contestação judicial que deveria ser entregue no fórum, no dia subsequente. Como quem já soubesse que se tratava de uma passeata sindical, fui até a janela e olhei a multidão que caminhava com cartazes na avenida Paulista, centro financeiro de São Paulo.

Os sons do microfone, a voz estridente, o volume nas alturas já faziam parte do cenário do segundo mandato do governo do tucano Fernando Henrique Cardoso (1998-2002) As greves e a instabilidade política sindical eram corriqueiras e exigiam uma nova postura do governo. Hoje, ao olharmos para trás e observarmos a calmaria reivindicatória que nos envolve, vemos que o Brasil realmente mudou.

Os sindicatos, apesar de estarem muito mais estruturados, fortes e segmentados, parecem estar sofrendo de determinada “dormência reivindicatória” e pactuados com o governo federal do ponto de vista ideológico. Em contrapartida, alegar que essa condição não produz certo bem-estar e real estabilidade política ao país é não reconhecer os avanços do governo Lula no que diz respeito ao diálogo em relação à flexibilização das ideias, na construção de uma sociedade representativa e mais justa.

A grande questão que devemos analisar nas eleições de 2010 é a objetiva capacidade da oposição, se vencedora, de se alinhar aos anseios sindicais, de ter verdadeira postura à dignidade do trabalhador e, principalmente, de ser capaz de fazer o que o governo Lula fez nas relações de trabalho. Todos sabemos que a maioria das grandes centrais sindicais deverá apoiar a ministra Dilma, que representa a continuidade desse entendimento.

Portanto, talvez devêssemos analisar até que ponto a oposição do país será capaz de ter a devida governabilidade social, hábil em nos proporcionar a tranquilidade sindical tão necessária, expressa na calmaria e na estabilidade política, para que possamos perpetuar esse gosto pelo desenvolvimento, sem as turbulências e violências reivindicatórias tão comuns na era FHC. As conquistas dos trabalhadores não possuem caminho de volta, e com certeza um retorno ao passado, pela falta de diálogo, influenciaria a economia, a vida e os ouvidos da população e principalmente as antigas janelas antirruído, que já algum tempo atrás se tornaram desnecessárias para esse tipo de barulho popular.


Fernando Rizzolo é advogado, pós-graduado em Direito Processual, mestrando em Direito Constitucional, Prof. do Curso de Pós Graduação em Direito da Universidade Paulista (UNIP). Participa como coordenador da Comissão de Direitos e Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção São Paulo, é membro efetivo da Comissão de Direito Humanos da OAB/SP, foi articulista colaborador da Agência Estado, e editor do Blog do Rizzolo - www.blogdorizzolo.com.br

St. Maarten: zona franca e boa mesa!

St. Maarten é a "Capital Gastronômica" do Caribe. Com quase 400 restaurantes, a ilha metade holandesa e metade francesa agrega uma profusão de sabores da cozinha internacional para todos os paladares. Opções não faltam, desde o estilo tradicionalmente caribenho até a mais sofisticada cozinha internacional.

Agora novos restaurantes chegam para somar a agitada vida na ilha. Um deles é o Bonita´s Cantina Smokehouse, em Simpson Bay. Com cozinha Tex-Mex, o restaurante combina o melhor churrasco do Kansas com tacos e hambúrgueres da casa. E para quem é fã de futebol, nada melhor do que se programar para torcer com paixão na companhia de um bom petisco. E estar no Caribe pode ser exatamente a hora e o lugar para celebrar. Junte o clima amigável de Simpson Bay com a sua vontade de sair à noite e chame os amigos para conhecer o novíssimo ESPN Café Sports Bar.

Mas se a vontade de celebrar todas as emoções que a ilha evoca é capaz de levá-lo ao limite, então ouse experimentar a culinária fusion do Crazy Thyme (123 Airport Road, Simpson Bay). Com pratos que vão da salada Faddoush do leste europeu à fritada tirolesa "Gröstl" com bacon e carne de porco do chef austríaco, passando pelo Cheviche de Atum, tudo aqui leva a um paladar completamente novo. E se a sua praia é uma gastronomia fusion com um toque de celebridade, experimente o hypado Mooi no Iate Clube, em Simpson Bay. Com um nome que significa "linda comida e cozinha", o restaurante é tido como um descolado point de celebridades.

E com tantas opções, é claro que dá para ficar um pouco atordoado. Afinal, St. Maarten é um dos poucos paraísos tropicais no mundo onde se pode comer todos os dias de um ano sem repetir o restaurante. Pensando nisso, a ilha também oferece novas opções com cardápios super variados, como o japonês descolado Sushi Itto (Port de Plaisance, Colebay) e a culinária internacional com clima "cool" do Sweet Heaven (Thames Rd #15 , Maho Beach). Mas se a palavra de ordem é "abundância", então experimente o menu do Bel Mar Grill. O restaurante faz jus ao termo "eclético" e vai da massa à salada, passando por frutos do mar, carne vermelha, sopas e petiscos. Não deixe de provar o Elvis´ deep Fried Pickles (pickles fritos) ou se aventurar pelo Keshi Yena - prato tradicional holandês feito na ilha, com um toque agridoce que leva ameixas, passas, cebolas, batatas e frango em uma mistura única.

Ao final, pode ser que essa profusão de estabelecimentos deliciosos acabe provocando uma indecisão febril que culmine em uma escolha óbvia: pizza! Sim, e essa unanimidade jamais poderia faltar na Capital Gastronômica do Caribe. Dê um pulinho no Ciao Restaurant (Pelican Marina, Simpson Bay) e desfrute das suas famosas massas crocantes. E para uma esticada à italiana, a ilha ainda oferece opções novinhas em folha como o Izi Italian Pasta Lounge (Paradise Mall, Cole Bay) ou o La Dolce Vita Ristorante Italiano (Port de Plaisance, Colebay)

Mas antes que você desenvolva um sotaque italiano, não se esqueça que parte dos prazeres de estar em St. Maarten é apreciar a rica culinária caribenha. Com forte predominância da colonização francesa em St. Martin, uma sugestão é começar pelo Del Destino (Paradise Mall, em Colebay) e terminar no Le Lagon Creole-Creperie (Colebay)

Por fim, nenhuma viagem perfeita fica completa sem uma boa dose de indulgência. Então não espere mais e use o calor como desculpa para pular direto para a sobremesa! Em Simpson Bay o pecado mora ao lado. Na Pistache & Co (Paradise Mall, Cole Bay) é possível emendar o café da manhã e saborear deliciosos doces franceses. Ou então cair literalmente de boca nos sorvetes da Baskin Robins, que abre a primeira loja da rede ao lado do mc Donald´s. Com sabores variados e Premium Sundays, como o clássico Reese´s feito de pasta de manteiga de amendoim ou as versões feitas com biscoitos Oreo e Snickers, vai ser difícil escolher um só.

Talvez agora seja tarde demais pra tentar passar o carná nesse paraíso onde uíque, perfume, eletrônicos e cia são bem baratinhos e o mar é azul piscina. Mas, quem sabe, no próximo feriado... Corram atrás!



Mais informações:
Imprensa:Julienne Gananian - julienne@interamericanetwork.com
Ana Lúcia Bertolani - rp@interamericanetwork.com
Trade: Vera Achcar - vera@stmaarten.tur.br

Blog novo

O coleguinha Duda Rangel tem um recado pra dar:


Prezados amigos jornalistas,

Tomei a liberdade de enviar este e-mail para divulgar o meu humilde blog, que fala de Jornalismo com ironia e bom humor.

Batizado de Desilusões perdidas (http://desilusoesperdidas.blogspot.com), o blog mistura crônicas e contos, e aborda, de forma ficcional, o lado humano do jornalista, os prazeres e dificuldades da profissão, ilusões e desilusões. Nesse mês de janeiro, o blog comemorou um ano no ar, com muito sucesso.

Não deixem de visitar! Participem com comentários, reflexões e, claro, bom humor! Se gostarem do blog, divulguem a seus amigos (ou inimigos)!

Obrigado pela paciência!

Um abraço do Duda

PS: No Twitter, estou em @duda_rangel

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Paysandu

Quem for Papão que se habilite! É só entrar no site www.fieltorcedorbicolor.com.br

Projeto evitará milhões de cópias em todo Brasil e pagará direitos autorais pelos textos usados

Um projeto inovador, capitaneado pela Rede Estácio (FAP, aqui em Belém), será implantado neste primeiro semestre, em todo o Brasil. A ideia é oferecer aos novos alunos um material didático de qualidade e colaborar para a preservação dos direitos autorais, evitando a reprodução de 50 milhões de cópias ilegais em todo o país. O conteúdo será produzido com as disciplinas que os professores consideram essenciais para os estudos de cada semestre e vai garantir conteúdo exclusivo aos alunos.

A iniciativa foi viabilizada através de uma parceria com a Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR) que, através das editoras de livros no Brasil, disponibilizou o conteúdo das obras e irá remunerar adequadamente os autores. Além de garantir obras de reconhecido valor acadêmico para os alunos, a ação contribui para o combate à pirataria, já que segundo a ABDR, as cópias de livros universitários dão um prejuízo anual de R$400 milhões às editoras brasileiras.

Mc Donald´s doa US$ 1,647 milhão para o Haiti

A Arcos Dourados, empresa que opera os restaurantes McDonald’s na América Latina, anunciou nesta quinta que seus esforços de arrecadação iniciados no último dia 16 alcançaram uma doação total de US$ 1,647 milhão para o fundo da Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho em favor das vítimas do terremoto no Haiti. Esta quantia inclui uma doação adicional da McDonald’s Corporation, no valor de US$ 500 mil. Por uma semana, de 16 a 22 de janeiro, todos os restaurantes operados pela Arcos Dourados em 19 países da América Latina contribuíram com a doação de uma parcela de US$ 0,50 (R$ 1,00 no caso do Brasil) de cada um dos mais de 1,7 milhão de sanduíches Big Mac vendidos durante o período, separadamente ou em combinações promocionais.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Almocinho ou jantar


A loja da Grand Cru, lá no finalzinho da Bráz de Aguiar, é um lugar super aconchegante onde, além de escolher vinhos de tudo quanto é preço pra levar pra casa (a partir de 20 paus)a gente pode curtir as comidinhas do wine bar, acompanhadas de uma garrafa que se acabou de escolher ou de vinhos servidos em taças. Mais em conta e ideal pra quem não entorna tanto. Eis o cardápio com as novidades dessa semana. Até que eu não achei caro...

É no gó-gó

Fernando Gogó de Ouro da Amazônia, o nosso embaixador do telecoteco, comemora 40 anos de samba, dia 30. Pra festejar a data, vai ter festa na sede do Rancho com gravação de DVD e a participação de todas as escolas de samba paraenses, além da comunidade carnavalesca. Tudo a partir das 6 da tarde. Todos lá!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Do chique ao fast food

O povão tem sido o maior público do Boulevard. Param na porta do shopping, descem do ônibus e circulam pelo ambiente suntuoso de olhos arregalados. Comprar, não compram nada até porque, como costumam ir com a família inteira, a conta seria impraticável. O que tem grande saída lá no shopping da Doca mesmo é sorvete. Barato, faz parte do pacote do passeio que inclui as passagens de ida e volta pra casa. As lanchonetes e quilos são a segunda opção do grande público do Boulevard e, na verdade, de tudo quanto é shopping por aí: a comida é rápida, razoável e o preço é em conta. Estão começando a amargar prejú no 'shopão' os restaurantes mais finos. Os preços são altos e, se tem coisa que paraense parece não gostar muito, é de badalar, beber e pagar caro em restaurante de shopping. Aliás, paraense detesta pagar caro em qualquer restaurante daqui mas, quando sai da cidade, arrebenta o cartão e volta dizendo que comeu no famoso tal e tal. Juntando tudo isso e mais o aluguel dos espaços no Boulevard (me disseram que os donos de um restô italiano que serve pratos caríssimos, tão desembolsando 30 paus ao mês)parece que a gastronomia chique que se instalou por lá tá com os dias contados pra virar fast food. Isso sim, com cara de shopping. Se alguns comerciantes daqui pensassem mais antes de agir, Belém quem sabe não teria a fama de terra do já teve...